quarta-feira, 17 de março de 2010

Ronaldo pode amargar pior jejum de gols no Corinthians.

O jogo contra o Cerro Porteño, no Defensores del Chaco, hoje, às 21h50 (de Brasília), em Assunção (PAR), pode marcar o maior jejum de gols de Ronaldo com a camisa do Corinthians. Ou o fim da seca de 49 dias.
A última vez em que o Fenômeno colocou a bola na rede foi em 27 de janeiro, contra o Mirassol, pelo Paulistão. Esse gol, aliás, foi o único na atual temporada. Nesse mesmo jogo, uma fibrose na coxa direita o tirou de algumas partidas. Quando retornou, visivelmente com menos mobilidade, fez cinco jogos (Rio Branco, Racing, Santos, Botafogo e Medellín) e não fez nenhum gol.
A primeira – e única – vez em que ele ficou tantos jogos sem marcar pelo Timão foi no fim do primeiro semestre do ano passado, quando também passou em branco em cinco confrontos (três pela Copa do Brasil e dois pelo Brasileirão). O fim do tabu, aliás, foi em grande estilo, ao marcar no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, findando um período de 41 dias sem balançar redes rivais.
Na carreira, o maior jejum dele ocorreu na temporada de 2004, pelo Real Madrid. Foram seis confrontos pelo clube espanhol, além de um amistoso e uma partida pela Eliminatória, com a camisa da Seleção.
– Nunca foi fácil para mim e nem para ninguém – afirmou Ronaldo, após a vitória corintiana sobre o Santo André, no último domingo.
Questionado se vivia uma fase ruim, o camisa 9 foi categórico.
– Absolutamente, não. Existem outras coisas que me incomodam muito mais. As jogadas individuais, acertadas ou erradas, são consequência de um jogo – completou.
Uma espécie de pacto foi planejado pela comissão técnica e jogadores para ajudá-lo. Na Arena, o Fenômeno recebeu mais bolas e, por três oportunidades, quase marcou. No desembarque em Assunção, Ronaldo pediu ajuda aos companheiros.
– Qualquer hora é hora para fazer (gol), mas espero que seja amanhã (hoje). Uma hora vai sair. Sempre saiu, né? O importante é que todos os jogadores se apresentem na hora que é preciso, pois estarei sempre vigiado, por dois ou três – afirmou.

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